sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Coração e o Dinheiro

...estava navegando na net e encontrei este texto..achei interessante e resolvi postar (Cosmo)

 O Coração e o Dinheiro

[...] Muitos dão de ombros para os livros de auto-ajuda, claro, há formidáveis baboseiras no mercado. Mas há boas obras. Esses livros resultaram de velhas e consagradas verdades da psicologia. E uma dessas verdades diz que o pensamento pode-nos levar a doenças. Ou devolver-nos à saúde. Há quem ache graça, esses são os que não sabem pensar.
Talvez possamos dar-lhes o desconto de que leram pouco e mal. E mais que isso, foram criados entre pessoas de mentes apoucadas. O “cientista” da vida não crê de graça em tudo que vê e ouve mas também nada desmente. Fica observando.
Dia destes, eu lia num jornal de São Paulo de um senhor, 70 e poucos anos, que morreu de susto ao dobrar uma esquina e dar-se de frente com um cão pitbull. Morreu de medo, de emoção. Foi isso. Nenhum médico conseguiu ser tão desavisado que não admitisse o infarto do idoso como resultante do medo elevado ao mais extremo grau.
Quer dizer, se alguém morre de uma forte emoção, pode curar-se com emoções e crenças positivas, é o ajustamento dessa bipolaridade complementar. Vim até aqui para só agora dizer a que venho. A notícia está nos jornais, deste tamanhinho… Diz assim: “Dificuldades financeiras podem afetar a saúde do coração”.
Estudo publicado na revista The Journal of the American Medical Association mostrou que um ano após os pacientes terem sofrido ataques, houve um aumento de 12% nos casos de angina (dor no peito) entre aqueles que tinham problemas monetários. E aí, será que alguém vai dizer que a revista dos médicos americanos é livrinho de auto-ajuda?
Encrencas do cotidiano, de qualquer sorte, levam-nos ao acúmulo de secreções indevidas na corrente sangüínea e estas nos levam aos poucos às moléstias. Muitas vezes fatais. Poucos acreditam nisso, muitos se endividam para ostentar bens frívolos da mundanidade dos inanes, e brigam com a mulher, com os amigos, com a vida, com eles mesmos e morrem sem saber do quê. [...]
fonte: http://www.ronaud.com