quinta-feira, 11 de setembro de 2014

QUANDO A MASTURBAÇÃO FAZ MAL À SAUDE?




 

Ainda hoje há muita controvérsia em torno da masturbação, também chamado de auto-erotismo ou sexo solitário, e há muitos mitos e preconceitos em torno do assunto.
Há quem diga que a masturbação debilita fisicamente, atrapalha o crescimento, faz mal à memória, provoca doença mentais, afina o penis, vicia, etc. O certo é que todas essas informações sao ultrapassadas por nao serem comprovadas cientificamente.
Além dos tabus e dos mitos a respeito dessa prática sexual, a repressão sexual, o desconhecimento sobre o próprio corpo e a desaprovação de alguma filosofias religiosas ainda contribui para a evitação de tal prática.
A maior incidência de pessoas que se masturbam está entre os homens, especialmente durante a adolescência período em que os testículos atingem a maturidade provocando o aumento dos hormônios sexuais. Os hormônios estimulam as fantasias e o desejo, crescendo a necessidade de prática sexual, e pela falta de oportunidade de contatos sexuais, o adolescente acaba se satisfazendo através da masturbação.
Nestes termos a masturbação exerce o papel de autoconhecimento. É o momento em que o adolescente conhece o seu prazer e identifica os seus limites. As fantasias sexuais presentes no comportamento masturbatório exercem papel fundamental na sexualidade. O auto-erotismo é a fonte de evasão de tais fantasias. As crianças, por exemplo, em torno dos dois anos, pouco a pouco vão descobrindo o sentido do prazer em suas genitais, onde sem qualquer malícia aprendem a colocar o dedo.
A masturbação realmente se torna preocupante e patológica quando passa a ser compulsiva, praticada inúmeras vezes por dia, tornando-se na única forma de prazer, passando a ser o principal veiculo de atenuar a ansiedade ou quando a prática masturbatória toma o espaço do contato sexual convencional, fazendo a relação sexual desnecessária e trazendo prejuízos na convivência conjugal.